O Atlético ainda não impressionou em 2017. Ponto 1.
A atuação diante o Uberlândia, pela terceira rodada do campeonato rural, nesse domingo, 12 de fevereiro, pode ser apontada como o melhor jogo coletivo da equipe. Ponto 2.
Isso ainda não significa que o jogo foi bom. Ponto 3.
É basicamente assim que me sinto acompanhando as partidas do glorioso nesse começo de 2017. Percebo as evoluções táticas e técnicas, mas ainda não consigo me empolgar com o que acompanho pela televisão.
Parece que falta alguma coisa.
Os primeiros 45 minutos da partida foram mais chatos que ópera. Cazares estava abaixo da média e isso significou pouca criatividade para o ataque, que teve Fred usando a camisa 9. O jogo era um convite para uma soneca, mas resisti bravamente.
O segundo tempo foi melhor. Cazares saiu para dar lugar a Maicosuel. Elias saiu pra deixar o Rafael Moura em campo. As modificações deram outra cara para a partida. A defesa do Uberlândia ficou mais aberta com a obrigação de marcar dois centroavantes, especialmente depois que Danilo abriu o placar.
Mais exposta, o eficiente esquema defensivo montado pelo treinador adversário foi demolido com os três gols quase em sequência. Foram necessários mais de 76 minutos até o Galo vencer a inteligência (e obediência) tática do Uberlândia. Acredito que os méritos do rival tenham me impedido de perceber a qualidade do Atlético, mas a verdade é que não suporto campeonato rural e quero ver o meu time massacrando os adversários. Querer não é poder e foi-se o tempo em que Campeonato Mineiro significava vida fácil. Ótima partida do Uberlândia, a cidade que ama a Uber.

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