Seis jogos sem vitória. Seis jogos lidando com derrotas e empates, além das constantes piadas dos rivais. Demorou, mas o Atlético "entrou" no campeonato. Se jogar assim contra o Santos na semana que vem, conseguirá mais três pontos.
Neto Berola, meu filho, acerte a sua mira e se levante rápido ao cair. Assim você conseguirá minha admiração. De resto, tá foda...
domingo, 9 de junho de 2013
Rodada 4: Vasco 2 x 0 Atlético
Entendo essa derrota como caridade atleticana. Até vascaíno estranhou.
domingo, 2 de junho de 2013
Rodada 3: Atlético 0 x 0 São Paulo
Ouvi dizer que o time não empatava por 0 a 0 desde setembro de 2012, quando jogou contra o Grêmio. Pelo menos conseguiu chegar aos 50 jogos de invencibilidade em casa e igualou o feito de Grêmio e Goiás na história do futebol brasileiro.
De resto, foi uma partida horrorosa com o time bem cansado após a maratona de quinta-feira. Agora é descansar para conseguir partir para o Rio de Janeiro e conseguir a primeira vitória do campeonato contra o Vasco.
Parte da torcida está apreensiva por ser o quinto jogo seguido sem vitória. Porra, gente! O campeonato só começou e o jogo contra o Tijuana garantiu uma vaga inédita na semi final da Libertadores. Deixa o time descansar e se recuperar. Vai dar tudo certo. Eu acho.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Ghostface no Horto
Caiu no Horto, tá morto.
Até o Diego Tardelli entrou no clima da festa e tuítou a campanha da torcida alvi-negra para todo mundo comparecer usando a máscara do psicopata do Pânico.
A PM quis proibir, mas voltou atrás. Imagina a cara dos adversários...
Até o Diego Tardelli entrou no clima da festa e tuítou a campanha da torcida alvi-negra para todo mundo comparecer usando a máscara do psicopata do Pânico.
A PM quis proibir, mas voltou atrás. Imagina a cara dos adversários...
Rodada 1: Coritiba 2 x 1 Atlético
Acompanhar o Campeonato Brasileiro sem ter a garantia de assistir aos jogos do seu time é um problema. Cogitei passar no mesmo bar da depressão em que vi Tijuana x Atlético, só que seria a comprovação da doença em nível crítico. Sem muitas opções, acabei ficando em casa mesmo e encarei a transmissão pirata pelo computador. Que tortura.
O Tardelli marcou o primeiro gol. Parecia que a vida seria bonita, mas o puto do Deivid acabou com a minha alegria. Um empate estava bem lucrativo, só que a beleza da vida sorriu para o outro lado aos 46 minutos. Cacete de agulha. Tinha anos que o time não começava um Brasileiro perdendo. E o pior foi que o time rival jogou bonito e goleou o Goiás.
Campeonato promissor.
domingo, 26 de maio de 2013
Despedida do Neymar
Em 2010, quando Neymar e Ganso eram os destaques do "imbatível" time do Santos, admito que sequer sabia quem eram esses jogadores. O Atlético estava bem na Copa do Brasil e surgiu a oportunidade de ir ao Mineirão assistir ao confronto contra a equipe santista pelas quartas de final da competição. Lembro de ter ouvido diversos comentários: "Sorte do seu time é que o Neymar não vai jogar". E minha resposta era apenas: "quem?". Não era uma tentativa de ser irônico ou diminuir o adversário, era apenas ignorância mesmo. Sou atleticano, não boleiro.
Na ausência do Neymar conheci o futebol do Ganso. Fiquei feliz pela defesa do time ter anulado qualquer tentativa ofensiva do jovem, mas não foi o suficiente para impedir o Santos de marcar dois gols que seriam muito importantes para a sua classificação no jogo seguinte. O Atlético marcou três. Ao lado dos amigos Tiago, Jesse, e sua ex-esposa, vibrei muito. Os três gols do Diego Tardelli tiveram sabor especial, pois tanto o Tiago quanto a ex-esposa do Jesse eram cruzeirenses e foram abraçados por um sujeito bêbado (sempre tem) super feliz.
Mas na semana seguinte, precisamente no dia 5 de maio, eu conheci o Neymar. Ele não destruiu do jeito que imaginava, mas deixou o dele e o Santos venceu facilmente por 3 a 1. Numa final inédita contra o Vitória, o Santos foi o campeão daquele ano, e em 2011 venceria a Libertadores e seguiria para o vexame contra o Barcelona, no Mundial de Clubes. O ano de 2010 marcou a consolidação de um dos últimos ídolos do futebol brasileiro e uma atitude inédita até então. A diretoria da equipe rejeitava ofertas e segurou o craque até o dia 25 de maio, de 2013. O jovem Neymar realizará seu sonho de defender o Barcelona.
Na partida válida pela 31 rodada do Brasileirão de 2012, quando o Atlético estava em alta e ainda correndo atrás do Fluminense na ponta da tabela, o jogador marcou um dos gols mais bonitos do campeonato. Ele havia acabado de voltar de uma longa viagem de 20h após um amistoso do time da CBF, ou seja, não estava nas suas melhores condições físicas, mas mesmo assim deixou a defesa inteira do Atlético no chão e marcou um golaço. O Atlético empatou depois, num jogo marcado por duas contusões sérias (Rafael Marques e Bernard) e que poderia muito bem ter acabado com vitória mineira.
Outra jogo memorável do Neymar foi contra o Cruzeiro, no Independência. Foram três gols na vitória por 4 a 0, no ano em que tudo indicava que o time azul seria rebaixado, com direito a receber aplausos da torcida. Verdade seja dita, parte dos aplausos eram de ironia por conta da péssima campanha dos Smurfs, mas havia uma parcela do público que se rendeu ao talento do jogador.
Foram semanas de negociações, especialmente após a pressão causada pelas eliminações na UEFA, e o Barcelona colocando o dinheiro na mesa. Os catalões tinham a concorrência do Real Madrid, mas prevaleceu o desejo do jogador em poder atuar ao lado de Lionel Messi. Um excelente negócio para o Santos, que se esperasse mais tempo poderia ficar chupando o dedo: o contrato do jogador venceria no começo de 2014, quando ele poderia se transferir sem render um centavo para os santistas.
O último jogo do Neymar com a camisa do Santos foi contra o Flamengo, pela primeira rodada do Brasileirão. Os torcedores das duas equipes ainda devem se lembrar do épico duelo acontecido em julho de 2011, quando o placar ficou 5 a 4 de virada para o Flamengo, na época defendido por Ronaldinho Gaúcho.
Na ausência do Neymar conheci o futebol do Ganso. Fiquei feliz pela defesa do time ter anulado qualquer tentativa ofensiva do jovem, mas não foi o suficiente para impedir o Santos de marcar dois gols que seriam muito importantes para a sua classificação no jogo seguinte. O Atlético marcou três. Ao lado dos amigos Tiago, Jesse, e sua ex-esposa, vibrei muito. Os três gols do Diego Tardelli tiveram sabor especial, pois tanto o Tiago quanto a ex-esposa do Jesse eram cruzeirenses e foram abraçados por um sujeito bêbado (sempre tem) super feliz.
Mas na semana seguinte, precisamente no dia 5 de maio, eu conheci o Neymar. Ele não destruiu do jeito que imaginava, mas deixou o dele e o Santos venceu facilmente por 3 a 1. Numa final inédita contra o Vitória, o Santos foi o campeão daquele ano, e em 2011 venceria a Libertadores e seguiria para o vexame contra o Barcelona, no Mundial de Clubes. O ano de 2010 marcou a consolidação de um dos últimos ídolos do futebol brasileiro e uma atitude inédita até então. A diretoria da equipe rejeitava ofertas e segurou o craque até o dia 25 de maio, de 2013. O jovem Neymar realizará seu sonho de defender o Barcelona.
Na partida válida pela 31 rodada do Brasileirão de 2012, quando o Atlético estava em alta e ainda correndo atrás do Fluminense na ponta da tabela, o jogador marcou um dos gols mais bonitos do campeonato. Ele havia acabado de voltar de uma longa viagem de 20h após um amistoso do time da CBF, ou seja, não estava nas suas melhores condições físicas, mas mesmo assim deixou a defesa inteira do Atlético no chão e marcou um golaço. O Atlético empatou depois, num jogo marcado por duas contusões sérias (Rafael Marques e Bernard) e que poderia muito bem ter acabado com vitória mineira.
Outra jogo memorável do Neymar foi contra o Cruzeiro, no Independência. Foram três gols na vitória por 4 a 0, no ano em que tudo indicava que o time azul seria rebaixado, com direito a receber aplausos da torcida. Verdade seja dita, parte dos aplausos eram de ironia por conta da péssima campanha dos Smurfs, mas havia uma parcela do público que se rendeu ao talento do jogador.
Foram semanas de negociações, especialmente após a pressão causada pelas eliminações na UEFA, e o Barcelona colocando o dinheiro na mesa. Os catalões tinham a concorrência do Real Madrid, mas prevaleceu o desejo do jogador em poder atuar ao lado de Lionel Messi. Um excelente negócio para o Santos, que se esperasse mais tempo poderia ficar chupando o dedo: o contrato do jogador venceria no começo de 2014, quando ele poderia se transferir sem render um centavo para os santistas.
O último jogo do Neymar com a camisa do Santos foi contra o Flamengo, pela primeira rodada do Brasileirão. Os torcedores das duas equipes ainda devem se lembrar do épico duelo acontecido em julho de 2011, quando o placar ficou 5 a 4 de virada para o Flamengo, na época defendido por Ronaldinho Gaúcho.
sábado, 13 de abril de 2013
Hora de Conhecer o Mineirão
A última visita foi no dia 28 de abril de 2010, numa disputa contra o Santos nas quartas de final da Copa do Brasil. Como atleticano, claro que o estigma persistiu e o time acabaria eliminado depois. A vitória de 3 a 2 não foi o suficiente para tirar Neymar e Ganso da competição. Levou uma sacolada de 3 a 1 em São Paulo e deu tchau-tchau. O Santos, justamente, foi o campeão daquele ano. Ah, foi a primeira vez que eles venceram a Copa do Brasil, ou seja há esperança para todos.
O estádio seria interditado logo após a derrota do Atlético por 1 a 0, contra o Ceará, em 6 de junho. A banda mineira Skank cuidou da festa de despedida do velho Mineirão. O show virou um DVD ao vivo muito elogiado, como é de costume nos trabalhos dos mineiros.
A reinauguração aconteceu no dia 3 de fevereiro de 2013. O Governo de Minas Gerais entrou no meio da história e convocou Atlético e Cruzeiro para uma reunião, e acabou acabando com a palhaçada de jogos com torcida única no estado. Antecipando um jogo da terceira rodada do campeonato rural, as duas equipes se enfrentaram e fizeram um jogo horroroso, com vitória do time azul por 2 a 1. Pior que perder, é ver o atacante rival Anselmo Ramon marcando seu nome na história de MG com o primeiro gol do novo Mineirão.
Por conta das opções da diretoria atleticana de manter os jogos na Arena Independência, os torcedores alvi-negros não tiveram outra oportunidade de visitar o Gigante da Pampulha até então. A última partida do rural será contra o Villa Nova, justamente no Mineirão. Os ingressos já começaram a ser vendidos, e a questão é saber até quando ficarão disponíveis nos setores que pretendo/posso ir. Ainda que seja um "amistoso", será a chance de conhecer um dos estádios mais modernos do país. E claro, eu não irei esquecer de levar a minha garrafinha de água. Nunca se sabe.
Superior Oeste Roxo – Portão B – GALO NA VEIA
Superior Leste Vermelho – Portões D e E – R$ 40,00
Inferior Leste Vermelho – Portões D e E – R$ 40,00
Superior Sul Amarelo – Portão C – R$ 40,00
Inferior Sul Amarelo – Portão C – R$ 20,00
Superior Norte Laranja – Portão F – R$ 40,00
Inferior Norte Laranja – Portão F – R$ 20,00
Locais de venda
Sábado
10h às 17h – Sede de Lourdes e Labareda
Domingo
10h às 17h – Sede de Lourdes e Labareda
Segunda-feira
10h às 20h – Sede de Lourdes
10h às 17h – Labareda e Bilheteria Pitangui do Independência
sexta-feira, 12 de abril de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
Campeonato Mineiro - Recapitulando
A evolução no futebol é uma coisa linda.
O Atlético iniciou a temporada perdendo por 2 a 1 para o time do outro lado da Lagoa, na reabertura do Mineirão. Desde então, do dia 3 de fevereiro até hoje, 20 de março, foram mais nove partidas. O time venceu todas, incluindo quatro jogos pela Libertadores - na qual é líder geral.
A partida contra a Tombense, no dia 9 de fevereiro, foi suada. Jô e Rosinei marcaram os gols da virada por 2 a 1. R10 estava servindo o Time da CBF perdendo pênalti para a alegria atleticana, e o Atlético custou a se encontrar. Foi uma partida ruim de assistir, mas que valeu para acompanhar Rosinei fazendo sua estreia.
Na rodada seguinte o adversário foi o Araxá. Minha curiosidade era para acompanhar o desempenho de DT9 e Luan, que haviam feito uma partida discreta contra o São Paulo, pelo Libertadores. Com 15 segundos, o Atlético fez um gol (impedido). Jogada de Tardelli, que estava responsável por substituir Ronaldinho Gaúcho e deu o passe para o gol de Jô. Bernard e Alecssandro (primeiro gol com a camisa alvinegra) fizeram os outros dois. O Araújo se atrapalhou todinho antes do Alecssandro chutar para dentro do gol. Sorte dele que a jogada deu certo.
É sempre assim: a torcida se engana quando acredita que posição na tabela pode significar goleada. O Guarani, adversário da quarta rodada, era o lanterna na competição naquele momento, mas mostrou capacidade de segurar o Atlético e o placar de 3 a 1 pode dar uma falsa impressão do que foi a partida. Luan e Réver foram substituídos depois de baterem a cabeça em lances diferentes. Não acompanho partidas de outros clubes, mas fico curioso com o fato do Atlético sempre se envolver nesse tipo de contusão aérea, especialmente porque o Luan é baixinho. Tardelli marcou duas vezes, deixando o terceiro gol para o carismático Ricky. Pierre, Bernard, Leo Silva e R10 foram poupados. E o destaque da partida ficou para o golaço do Guarani. O atacante driblou o Victor e deixou o experiente Gilberto Silva no chão.
Daí foi a partida contra o América. Horrível, diga-se de passagem. O time errava passe atrás de passe, a torcida pegando no pé do Guilherme e do Marcos Rocha (se quiser xingar o cara que pelo menos tenha motivo justo. Ninguém aparecia para receber a bola e ele acabou passando por problemas por isso), e o América botando pressão. Se não fosse o Fábio Jr. fazendo graça, acredito que a invencibilidade atleticana teria caído por terra durante esse jogo. Os deuses do futebol no entanto pensaram diferente, e o Atlético goleou por 5 a 2 de virada. Poderia ter sido bem mais se Luan, Bernard e Tardelli não tivessem perdido tantos gols ou o juiz não tivesse anulado o gol legal de Alecssandro. R10, novamente, foi poupado.
O Atlético foi para Teófilo Otoni para enfrentar mais um adversário que está em situação delicada no campeonato rural. A partida marcou a estreia de Gaúcho nos campos do interior de Minas, justamente na véspera do seu aniversário de 33 anos. O genial R10 deixou o dele na vitória por 2 a 0, com o zagueiro Réver marcando seu quarto gol em dois jogos e se isolando na artilharia da competição. Ele está com 19 gols pelo Atlético e muito perto de superar o ídolo Luizinho, que marcou 21 gols enquanto atuava pelo time na década de 80. Guilherme teve sua segunda oportunidade em 2013 e deixou Tardelli na cara do gol, mas o jogador não estava num dia inspirado.
São seis partidas pelo campeonato mineiro. Quatro pela Libertadores. Fora a estreia com o pé esquerdo, o time venceu todos os jogos. São 27 gols marcados na temporada, contra 12 sofridos. O Atlético está longe de ser o melhor time do Brasil, posto que é dividido entre o Corinthians e o Fluminense, campeão mundial e do Brasileiro 2012, respectivamente, mas é uma das equipes que mais vem subindo de produção na atual temporada e pode representar um perigo grande para os adversários. Não vamos nos enganar (de novo) achando que existe algo certo ou garantido, pois não é verdade. A lembrança, ironicamente, está no passado do treinador Cuca, que em 2011 viu o seu time ser chamado de "Barcelona das Américas" e se foder completamente para um adversário muito inferior nas oitavas de final da Libertadores. É inegável a evolução da equipe em comparação com o desempenho em 2012 e na primeira partida do ano. A campanha 2013 não é por acaso. Jogo a jogo, com uma equipe de não apenas 11 jogadores, mas um grupo. Tudo isso está fazendo a diferença.
Tudo indica que o time das cinco estrelas cruzará o caminho do alvinegro nas finais do campeonato mineiro. Será um bom teste para o poder de fogo do time de Cuca, que marcou 16 gols em seis jogos. Uma pena que o time azul tenha evoluído tanto em relação a temporada passada. Do contrário, poderia ousar afirmar que o título irá novamente para a sede de Lourdes. O Atlético não conquista um bicampeonato estadual desde 1999/2000.
Campeonato Mineiro 2013 - Jogos
Rodada 1
Tombense 1 x 2 AtléticoRodada 2
Atlético 3 x 0 Araxá
Rodada 3
Cruzeiro 2 x 1 Atlético
Rodada 4
Atlético 3 x 1 Guarani
Rodada 5
América-TO 0 x 2 Atlético
Rodada 6
Atlético 5 x 2 América
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Campeonato Mineiro: Rodada 2 - Atlético x Araxá
Hoje tem o terceiro jogo pelo campeonato rural. Existem pessoas incapazes de perceber o quanto os campeonatos estaduais são sem graça, mas o calendário nacional nunca ficará alinhado com os jogos europeus, o que permite aos dirigentes/interessados em insistir nesta fórmula chata e entediante. Estaduais deveriam ser usados como testes para o elenco mais jovem e inexperiente, ao invés dos grandes times entrarem com sangue no olho e desgastarem seus principais jogadores. Dane-se a tradição. Todo mundo sabe que o time azul ou o Atlético estarão, no mínimo, entre os quatro primeiros colocados. A falta de uma surpresa torna o campeonato rural previsível.
Depois de um jogo ridículo na derrota para o time do outro lado da lagoa na reinauguração do Mineirão e de uma partida sofrível contra a Tombense, o Glorioso Clube Atlético Mineiro enfrentará o Araxá, no Independência. Confesso que meu interesse na partida será exclusivamente para observar o atacante Luan, que veio da Ponte Preta. A empolgação do moleque na partida contra o São Paulo me deixou otimista. Acho que finalmente teremos um reserva de qualidade no banco, embora tenha certeza que a versão futebolística do Cauby Peixoto seja a carta na manga do Kalil para substituir o Bernard após a Libertadores.
Vi alguns vídeos do jogador na Ponte Preta e fiquei mais otimista ainda. Cheio de personalidade, raçudo, atrevido. Esse Luan tem tudo para cair como uma luva no Atlético. Lembrando que o jogador estava em tratamento desde dezembro, e que voltou a treinar com bola há poucos dias. Jogador de futebol precisa, especialmente, de vontade de ser o melhor e servir ao grupo. Esse moleque pode ir longe.
O Atlético poupará apenas o genial R10, e partirá com força total para abater o segundo Ganso seguido em uma semana. Espero que o Diego Tardelli demonstre evolução em relação ao que apresentou no jogo contra o São Paulo. Vi entrevistas do Jô comentando sobre a sua vontade de disputar o máximo de jogos possíveis. Com tanta concorrência, claro que ele falaria algo assim. Só que ele é essencial no esquema do Cuca e não deveria se preocupar em perder o seu lugar. Espero que o elenco perceba que não são apenas os 11 titulares que fazem parte do time: todo mundo é importante, especialmente com um calendário maluco desses.
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