quarta-feira, 31 de outubro de 2012
A pior parte de uma "derrota"
É ficar ouvindo a buzina dos vizinhos. Eles não estavam assistindo ao jogo e surgiram de repente gritando "Galo" e incomodando quem está quieto.
Rodada 33 - Atlético 1 x 1 Flamengo
Final de jogo no Independência. O empate tem um sabor amargo de derrota e o time nem de longe se pareceu com aquele que demonstrou raça na virada por 3 a 2 contra o líder Fluminense, que agora permanece tranquilo no topo da tabela com oito pontos de vantagem.
Mesmo com um jogador a mais, e jogando com Leonardo (com gol salvador), Jô e Berola no ataque, o Atlético não foi feliz nas finalizações e deixou a sua torcida um pouco decepcionada, afinal de contas todo mundo esperava a garantia da Libertadores e um show de R49, que novamente não conseguiu espaço para mostrar seu talento contra o ex-time. Um pênalti não marcado pelo árbitro (sempre tem, sempre tem) e uma cobrança de falta na trave foram os momentos em que a estrela de Gaúcho brilhou. O restante dos companheiros também ficou abaixo da média. Gostaria de entender o motivo que faz o Atlético tremer contra o Flamengo.
Faltando cinco jogos para o final do campeonato, o título está um tanto mais longe da sede de Lourdes. Com duas bolas na trave (uma delas do R49 no finalzinho), ficou claro que os deuses do futebol estão jogando a favor do vento e a sorte não está do lado alvinegro. Ou seja, ao que tudo indica nada irá parar mais o tricolor das Laranjeiras. O jogo contra o São Paulo, no Morumbi, poderia dar um pouco de esperança para a torcida alvinegra, mas a verdade é que o Atlético jogará fora contra o Coritiba. Quem acha que será um jogo fácil não entende muito de futebol, sinceramente.
É incrível como o Flamengo só jogou contra o Atlético durante esse campeonato. O time deu uma caga fenomenal com o belo gol de fora da área e segurou a partida. O próximo time que mostrará serviço na hora errada será o Cruzeiro. Querem apostar?
Mesmo com um jogador a mais, e jogando com Leonardo (com gol salvador), Jô e Berola no ataque, o Atlético não foi feliz nas finalizações e deixou a sua torcida um pouco decepcionada, afinal de contas todo mundo esperava a garantia da Libertadores e um show de R49, que novamente não conseguiu espaço para mostrar seu talento contra o ex-time. Um pênalti não marcado pelo árbitro (sempre tem, sempre tem) e uma cobrança de falta na trave foram os momentos em que a estrela de Gaúcho brilhou. O restante dos companheiros também ficou abaixo da média. Gostaria de entender o motivo que faz o Atlético tremer contra o Flamengo.
Faltando cinco jogos para o final do campeonato, o título está um tanto mais longe da sede de Lourdes. Com duas bolas na trave (uma delas do R49 no finalzinho), ficou claro que os deuses do futebol estão jogando a favor do vento e a sorte não está do lado alvinegro. Ou seja, ao que tudo indica nada irá parar mais o tricolor das Laranjeiras. O jogo contra o São Paulo, no Morumbi, poderia dar um pouco de esperança para a torcida alvinegra, mas a verdade é que o Atlético jogará fora contra o Coritiba. Quem acha que será um jogo fácil não entende muito de futebol, sinceramente.
É incrível como o Flamengo só jogou contra o Atlético durante esse campeonato. O time deu uma caga fenomenal com o belo gol de fora da área e segurou a partida. O próximo time que mostrará serviço na hora errada será o Cruzeiro. Querem apostar?
FIFA 12
Bem, ainda bem que o futebol real não depende da minha perícia no Fifa 12. Não ganhei nenhum dos jogos disputados. :P
Horas de tensão
Agora todo jogo é uma final.
Mas a taça permanece nove pontos distante, independente das vitórias nas decisões.
Este campeonato está nas mãos do Clube Atlético Mineiro: qualquer derrapada significa entregar (de vez) o ouro para os cariocas das Laranjeiras.
Belo Horizonte está um verdadeiro forno nos últimos dias. É quase como se o inferno estivesse dando uma festa de arromba para iniciar as celebrações de um ano atípico para o futebol brasileiro, afinal de contas assistimos ao alvi negro paulista com a maior torcida do Brasil sendo campeão da Libertadores. O título do Corinthians representou o fim de uma das maiores piadas entre os boleiros nacionais. Falta apenas um certo time das Minas Gerais levantar um troféu digno, algo que não acontece há 41 anos (eu realmente gostaria de falar bem da Conmebol, mas ela não existe mais e atleticano deveria ficar puto por só poder contar vantagem de títulos em campeonatos extintos).
A partida de hoje é contra o Flamengo. Eterno rival. Há quem diga que a rixa entre os dois times é tão grande (ou maior) do que a enfrentada contra a torcida do time do outro lado da Lagoa. Eu defendo a tese, afinal o Flamengo é o segundo maior time do país. De qualquer maneira, a situação da partida lembra muito a situação acontecida em 2009. Naquele ano, o Atlético tinha chances de ser campeão, dois pontos atrás do líder, faltando cinco rodadas para o final e recebeu o Flamengo no Mineirão.
O time levou até gol olímpico. Foi uma derrota humilhante por 3 a 1, que acabou com as pretensões da equipe (que ficou de fora até da Libertadores). O medo existe, claro, mas R49 estará em campo junto de uma verdadeira legião de torcedores que irão incentivar e jogar junto. Vibrando até mesmo com o apagado Guilherme, que irá desencantar em breve. Tenho certeza. Especialmente agora que ele não tem mais a concorrência de Danilinho. Vai pra cima deles, meu ex-time. Vai.
Hoje é uma nova final. Mais uma. Faltam mais cinco.
domingo, 21 de outubro de 2012
Rodada 32: Atlético x Fluminense
O jogo de quarta-feira foi atípico. Tudo conspirava à favor do Atlético, inclusive o empate do líder Fluminense contra o Grêmio, que empatou ontem com o Coritiba, pela 32 rodada do campeonato e ficou ainda mais distante do título. O Atlético começou perdendo, foi atrás do resultado e arrancou um empate. A promessa era de um dos melhores jogos do Brasileirão 2012, mas a bruxa estava solta e o jogo acabou na metade do primeiro tempo. O resultado, claro, foi péssimo para uma equipe que deixou (mais uma vez) a chance de diminuir a diferença de pontos escapar.
O Santos marcou o gol mais rápido do campeonato. Estava entrando na sala com um copo d`água (porra, você não esperava mesmo que eu estivesse enchendo a cara numa quarta-feira, né? Não precisa responder) e vi o Santos comemorando. "Ok, claro que o jogo não será fácil", pensei. Minutos depois outro gol. Se não fosse a minha insistência, o que é eufemismo para ser atleticano, teria desistido e resolvido fazer outra coisa, mas a raiva de ter perdido a pré-estreia do filme As Vantagens de Ser Invisível falou mais alto. "Perdi o cinema e vou ver essa porra inteira agora. Custe o que custar."
Felizmente não demorou para o Bernard baixinho marcar de cabeça depois de uma bela jogada do Serginho. Legal, me deu até vontade de fazer uma nova promessa e tirar a sobrancelha desta vez. Logo depois o time empatou com gol de Jô. Como toda a nação alvinegra, delirei. O jogo ficaria quente. O Neymar estava desequilibrando muito (com direito a um golaço), mas o conjunto atleticano era melhor e tinha que ter expectativas altas, mas então a merda começou.
O zagueiro Rafael Marques ficou contundido durante a jogada que originou o gol de empate. Foram 10 minutos para retirarem o cara de campo, um verdadeiro vexame. Se a situação fosse um pouco mais séria, ele provavelmente teria feito valer o ditado que jogador precisa dar a vida pelo time. Os jogadores dos dois times sentiram muito e o jogo ficou uma merda burocrática com poucas jogadas de perigo. A bruxa ainda fez uma nova vítima no segundo tempo: Bernard caiu no chão, imediatamente pediu substituição, mas o técnico Cuca havia acabado de fazer a terceira mudança e o time seguiu o jogo com um jogador a menos.
Para tudo que aconteceu durante o jogo, o empate terminou sendo lucrativo, mas no jogo de logo mais, a vitória é absolutamente obrigatória. Se o Fluminense vai "guentá", eu não sei, mas a pressão será enorme. Faltando seis jogos para o final do campeonato, Atlético e Fluminense farão a decisão do nacional de 2012. Seja o que Deus (e a CBF) quiser.
O Santos marcou o gol mais rápido do campeonato. Estava entrando na sala com um copo d`água (porra, você não esperava mesmo que eu estivesse enchendo a cara numa quarta-feira, né? Não precisa responder) e vi o Santos comemorando. "Ok, claro que o jogo não será fácil", pensei. Minutos depois outro gol. Se não fosse a minha insistência, o que é eufemismo para ser atleticano, teria desistido e resolvido fazer outra coisa, mas a raiva de ter perdido a pré-estreia do filme As Vantagens de Ser Invisível falou mais alto. "Perdi o cinema e vou ver essa porra inteira agora. Custe o que custar."
Felizmente não demorou para o Bernard baixinho marcar de cabeça depois de uma bela jogada do Serginho. Legal, me deu até vontade de fazer uma nova promessa e tirar a sobrancelha desta vez. Logo depois o time empatou com gol de Jô. Como toda a nação alvinegra, delirei. O jogo ficaria quente. O Neymar estava desequilibrando muito (com direito a um golaço), mas o conjunto atleticano era melhor e tinha que ter expectativas altas, mas então a merda começou.
O zagueiro Rafael Marques ficou contundido durante a jogada que originou o gol de empate. Foram 10 minutos para retirarem o cara de campo, um verdadeiro vexame. Se a situação fosse um pouco mais séria, ele provavelmente teria feito valer o ditado que jogador precisa dar a vida pelo time. Os jogadores dos dois times sentiram muito e o jogo ficou uma merda burocrática com poucas jogadas de perigo. A bruxa ainda fez uma nova vítima no segundo tempo: Bernard caiu no chão, imediatamente pediu substituição, mas o técnico Cuca havia acabado de fazer a terceira mudança e o time seguiu o jogo com um jogador a menos.
Para tudo que aconteceu durante o jogo, o empate terminou sendo lucrativo, mas no jogo de logo mais, a vitória é absolutamente obrigatória. Se o Fluminense vai "guentá", eu não sei, mas a pressão será enorme. Faltando seis jogos para o final do campeonato, Atlético e Fluminense farão a decisão do nacional de 2012. Seja o que Deus (e a CBF) quiser.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Rodada 31 - Santos 2 x 2 Atlético
Torcedor de futebol sofre.
Meu sofrimento do dia é ser obrigado a assistir ao jogo de Fluminense x Grêmio, no Engenhão. Tudo que eu queria era ter uma vida normal, na qual o futebol seria um mero detalhe e minha obsessão pelo Atlético seria inexistente e eu poderia ir ao cinema tranquilamente. Só que as coisas nunca acontecem da maneira perfeita como nas novelas ou romances de Jane Austen. E para piorar, como se o futebol por si só não fosse o bastante para tirar qualquer um do sério, ainda torço para um time que não ganha nada há mais de 40 anos.
Acreditar no título do alvinegro é a mesma coisa que esperar o papai Noel na véspera do Natal, mas estou cego e decidido a manter minha promessa. O preço disso, além de brigas com a namorada e o risco de um ataque cardíaco prematuro, é que estou deixando de assistir ao filme As Vantagens de Ser Invisível para ficar em casa assistindo jogos de futebol. Queria acreditar na capacidade do tricolor gaúcho de vencer o líder isolado do Brasileirão, afinal de contas foi um dos únicos times que conseguiu vencer o Fluminense ao longo da competição.
Claro que não seria uma missão muito fácil, mas o Grêmio começou com um volume bem maior de jogo e acertando a trave. Essa pressão toda do time só comprova o fato de que o Fluminense caiu de produção sim nas últimas rodadas e contou com muita ajuda da arbitragem e sorte de campeão. Em momento algum alguém pode dizer que o time é ruim. O Fluminense tem muitos méritos sim, tanto que aproveita todas as suas oportunidades e conta com um artilheiro nato.
Cobrança de falta para o Grêmio no segundo tempo. Elano bateu da mesma maneira que o R49 fez no passado e no jogo contra o Figueirense. Claro que o goleiro Cavalieri não pôde fazer nada diferente do que buscar a bola no fundo das redes. Foi uma boa sensação, o otimismo atleticano começou a gritar bem alto e a matemática comendo solta na cabeça, mas a alegria durou pouco.
O empate seria de bom tamanho, mas um armador do time carioca marcou um gol do meio campo. Aí senti aquela vontade de parar de ver o jogo e ir tomar uma cerveja no bar, mas continuei acompanhando a partida. Mesmo com um jogador expulso (aquele cruzeirense Marcelo Moreno bancou o Anderson Silva e conseguiu levar o vermelho 45 segundos depois de entrar em campo), o Grêmio mostrou ser uma equipe forte e que poderia empatar o jogo. Resolvi brincar no Facebook e apostar: "se o Grêmio empatar, farei apenas um lado da barba."
Pela foto abaixo, você pode ter uma ideia do que aconteceu.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Atlético 2 x 1 Sport
Se ouvir um jogo de futebol pelo rádio é teste duro para o coração, imaginem como deve ser a experiência de (tentar) ouvir um jogo inteiro pelo 3G do celular no meio da estrada. Os batimentos cardíacos aceleram, você fica irritado, suando, dá tapas no corpo (no rosto, no meu caso - e o estalo é alto o suficiente para acordar as pessoas próximas) a cada vez que a conexão se perde. Mas o drama não ficou apenas comigo, já que o time quase fez feio jogando em casa.
Quando ouvi o gol do Sport (claro que a conexão estava funcionando perfeitamente nessa hora, né?) fiquei pensando no quanto existe uma força do além atuando contra os bons ventos capazes de trazer o aguardado "bi" nacional (confesso que acho uma grande besteira dizer que tal time é "bicampeão", pois para isso precisaria ganhar dois títulos seguidos) para o alvinegro. Fizeram uma macumba forte contra o time, porque eu não queria mesmo acreditar que o Atlético perderia jogando em casa.
Foi um longo sofrimento. Aos 20, 30 minutos do segundo tempo, perdi de vez a conexão. Cheguei a insistir, ouvi que estava empatado e previ o quanto seria emocionante o time virar o jogo naquela situação enquanto eu sofria com a conexão, que depois de um momento simplesmente não voltou.
Minha alegria só veio quando recebi uma mensagem informando sobre o placar final e sobre os resultados parciais dos jogos de Grêmio e Fluminense. Aliás, irei poupar comentários sobre os ventos divinos que apitam os jogos do tricolor carioca. A equipe tem seus méritos, claro que tem, mas as vitórias nos últimos jogos vieram com a intervenção da "lei". A vitória de virada sobre a Ponte Preta incluiu dois lances bizonhos. Infelizmente o futebol é assim mesmo e ainda não chegou o momento em que reclamar resolva alguma coisa. E nem chegará, exceto se o seu time for carioca ou paulista.
De qualquer maneira, o atacante Leonardo substituiu o gigante Jô e marcou duas vezes. Dizem que atacante precisa ter "estrela" e chamar a responsabilidade para si. Para a sorte da torcida do "Galão da Massa" era a noite inspirada de Leonardo, que deverá ganhar mais chances agora que o armador Danilinho foi desligado da equipe depois de não justificar suas ausências nos treinos. Falaram que ele teve um problema com a esposa, mas nada foi divulgado na internet.
Quarta-feira tem novo confronto e nova chance de diminuir a diferença de nove pontos entre os dois times. Deixarei de ir trabalhar para assistir aos jogos de Fluminense x Grêmio (torço por um empate, mas a vitória dos gaúchos é mais interessante matematicamente falando) e Santos x Atlético. Claro que nada irá adiantar o Grêmio vencer se o Atlético não cumprir a sua parte e conseguir arrancar uma vitória suada do time do Neymar. Acho difícil.
- - -
Acabei de saber também que o armador Alex recusou a proposta de jogar no Cruzeiro em 2013. Estou morrendo de dó da torcida azul, só que ao contrário. Os torcedores do time do outro lado da Lagoa precisam aprender que futebol se constrói de altos e baixos. Foram muitos anos no topo, com a torcida crescendo de maneira irritante (especialmente pelo fato do Atlético não ganhar título nenhum de expressão desde 1997, com a extinta Conmebol) e ficando só no sapatinho, apenas rindo da desgraça alheia. Agora é a vez de deles provarem que apreciam o time mesmo quando ele está na merda, quem sabe assim não conseguem um pouco de respeito?
Quanto ao Alex, é um excelente jogador e deverá atuar no Coritiba ao longo da próxima temporada. Não sei explicar o motivo, mas acho que o Coxa é uma das equipes por quem tenho mais simpatia atualmente. Vai entender.
Quando ouvi o gol do Sport (claro que a conexão estava funcionando perfeitamente nessa hora, né?) fiquei pensando no quanto existe uma força do além atuando contra os bons ventos capazes de trazer o aguardado "bi" nacional (confesso que acho uma grande besteira dizer que tal time é "bicampeão", pois para isso precisaria ganhar dois títulos seguidos) para o alvinegro. Fizeram uma macumba forte contra o time, porque eu não queria mesmo acreditar que o Atlético perderia jogando em casa.
Foi um longo sofrimento. Aos 20, 30 minutos do segundo tempo, perdi de vez a conexão. Cheguei a insistir, ouvi que estava empatado e previ o quanto seria emocionante o time virar o jogo naquela situação enquanto eu sofria com a conexão, que depois de um momento simplesmente não voltou.
Minha alegria só veio quando recebi uma mensagem informando sobre o placar final e sobre os resultados parciais dos jogos de Grêmio e Fluminense. Aliás, irei poupar comentários sobre os ventos divinos que apitam os jogos do tricolor carioca. A equipe tem seus méritos, claro que tem, mas as vitórias nos últimos jogos vieram com a intervenção da "lei". A vitória de virada sobre a Ponte Preta incluiu dois lances bizonhos. Infelizmente o futebol é assim mesmo e ainda não chegou o momento em que reclamar resolva alguma coisa. E nem chegará, exceto se o seu time for carioca ou paulista.
De qualquer maneira, o atacante Leonardo substituiu o gigante Jô e marcou duas vezes. Dizem que atacante precisa ter "estrela" e chamar a responsabilidade para si. Para a sorte da torcida do "Galão da Massa" era a noite inspirada de Leonardo, que deverá ganhar mais chances agora que o armador Danilinho foi desligado da equipe depois de não justificar suas ausências nos treinos. Falaram que ele teve um problema com a esposa, mas nada foi divulgado na internet.
Quarta-feira tem novo confronto e nova chance de diminuir a diferença de nove pontos entre os dois times. Deixarei de ir trabalhar para assistir aos jogos de Fluminense x Grêmio (torço por um empate, mas a vitória dos gaúchos é mais interessante matematicamente falando) e Santos x Atlético. Claro que nada irá adiantar o Grêmio vencer se o Atlético não cumprir a sua parte e conseguir arrancar uma vitória suada do time do Neymar. Acho difícil.
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Acabei de saber também que o armador Alex recusou a proposta de jogar no Cruzeiro em 2013. Estou morrendo de dó da torcida azul, só que ao contrário. Os torcedores do time do outro lado da Lagoa precisam aprender que futebol se constrói de altos e baixos. Foram muitos anos no topo, com a torcida crescendo de maneira irritante (especialmente pelo fato do Atlético não ganhar título nenhum de expressão desde 1997, com a extinta Conmebol) e ficando só no sapatinho, apenas rindo da desgraça alheia. Agora é a vez de deles provarem que apreciam o time mesmo quando ele está na merda, quem sabe assim não conseguem um pouco de respeito?
Quanto ao Alex, é um excelente jogador e deverá atuar no Coritiba ao longo da próxima temporada. Não sei explicar o motivo, mas acho que o Coxa é uma das equipes por quem tenho mais simpatia atualmente. Vai entender.
sábado, 13 de outubro de 2012
Rodada 30 - Atlético x Sport (14/10)
Alegria de atleticano tem prazo de validade mais curto que paciência feminina. Recapitulando as cenas das últimas 30 rodadas, o torcedor do alvinegro viu o time dominar a liderança por mais da metade do campeonato (com um aproveitamento de quase 80%, diga-se de passagem), viu o R49 desencantar em Minas Gerais, viu a liderança ser ameaçada pela campanha (igualmente) incrível do Fluminense, e agora, como se não bastasse estar nove pontos (ou três vitórias) atrás do líder isolado, o atleticano começa a ser ameaçado pelos times que estão na cola do G-4, incluindo o Grêmio, atual vice-líder.
O tricolor gaúcho venceu o Sport por 3 a 1, em plena Ilha do Retiro. O resultado deixou o time do técnico Vanderley Luxemburgo na frente do Atlético, por conta do número de vitórias maior. É nessas horas que o torcedor do glorioso Clube Atlético Mineiro resolve amaldiçoar ainda mais a torcida do outro lado da Lagoa, pois eles tiveram a oportunidade de vencer o Grêmio no Estádio Olímpico, mas abriram as pernas e cederam a virada.
Por coincidência, o Atlético enfrentará o mesmo Sport amanhã, no Independência. Para um time que dependia apenas de seus próprios jogos, agora é preciso torcer por um tropeço do Fluminense contra a Ponte Preta, em São Januário; por um milagre do Botafogo contra o Grêmio, em Porto Alegre; e por derrotas do Vasco e São Paulo (que segundo a mídia daquele canal é um "time de chegada"), além de ter a obrigação de vencer.
O meia Danilinho não apareceu no treinamento de sexta-feira, 12, e acabou criando um princípio de polêmica entre o treinador e companheiros de equipe, mas o assunto foi passado para ser resolvido pela diretoria. O Bernard virou dúvida, mas pelo menos R49 está de volta. Acredito que a vitória aconteça, mas para querer ser campeão, não pode contar apenas com os triunfos dentro de casa.
Não se engane, torcedor: o caminho ficará apenas mais complicado e os riscos do Atlético só aumentam. E sinto muito por parte da torcida que se contenta apenas com a vaga na "Libertadoláres 2013". Eu, como torcedor relutante, acho pouco demais querer se iludir com algo que é bem mais fácil de conseguir do que o título de campeão brasileiro, que é o que os torcedores realmente precisam.
Estarei viajando de volta para casa quando o juiz apitar o pontapé inicial da partida. Dependerei da boa vontade do meu 3G ou das mensagens de quem estiver acompanhando o jogo. Sinceramente, não sei o que é pior. Espero não passar mal no ônibus.
O tricolor gaúcho venceu o Sport por 3 a 1, em plena Ilha do Retiro. O resultado deixou o time do técnico Vanderley Luxemburgo na frente do Atlético, por conta do número de vitórias maior. É nessas horas que o torcedor do glorioso Clube Atlético Mineiro resolve amaldiçoar ainda mais a torcida do outro lado da Lagoa, pois eles tiveram a oportunidade de vencer o Grêmio no Estádio Olímpico, mas abriram as pernas e cederam a virada.
Por coincidência, o Atlético enfrentará o mesmo Sport amanhã, no Independência. Para um time que dependia apenas de seus próprios jogos, agora é preciso torcer por um tropeço do Fluminense contra a Ponte Preta, em São Januário; por um milagre do Botafogo contra o Grêmio, em Porto Alegre; e por derrotas do Vasco e São Paulo (que segundo a mídia daquele canal é um "time de chegada"), além de ter a obrigação de vencer.
O meia Danilinho não apareceu no treinamento de sexta-feira, 12, e acabou criando um princípio de polêmica entre o treinador e companheiros de equipe, mas o assunto foi passado para ser resolvido pela diretoria. O Bernard virou dúvida, mas pelo menos R49 está de volta. Acredito que a vitória aconteça, mas para querer ser campeão, não pode contar apenas com os triunfos dentro de casa.
Não se engane, torcedor: o caminho ficará apenas mais complicado e os riscos do Atlético só aumentam. E sinto muito por parte da torcida que se contenta apenas com a vaga na "Libertadoláres 2013". Eu, como torcedor relutante, acho pouco demais querer se iludir com algo que é bem mais fácil de conseguir do que o título de campeão brasileiro, que é o que os torcedores realmente precisam.
Estarei viajando de volta para casa quando o juiz apitar o pontapé inicial da partida. Dependerei da boa vontade do meu 3G ou das mensagens de quem estiver acompanhando o jogo. Sinceramente, não sei o que é pior. Espero não passar mal no ônibus.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Internacional 3 x 0 Atlético
O Atlético sabia. Os torcedores sabiam. Até eu, que não amo mais, sabia que o jogo seria complicado até mesmo pelo longo tabu de 26 anos desde a última vitória do time jogando no Beira Rio. Aliás, o Internacional costuma ser uma pedra no sapato há muito tempo e foi um alívio a vitória na primeira rodada. Não foi por acaso, pois o time mineiro atual é muito superior ao Colorado, que manteve a risca e fuzilou o Atlético por 3 a 0.
O jogo começou perdido. Primeiro pela ausência do goleiro Victor (fazendo média no time da CBF), do craque Ronaldinho Gaúcho (punido por uma entrada no atacante Kléber, também conhecido como o jogador mais leal do futebol brasileiro), e dos volantes Pierre e Leandro Donizette. Segundo, pela ajuda da arbitragem no jogo de Bahia x Fluminense, que depois de um gol anulado de maneira injusta, o tricolor carioca colocou nove (N-O-V-E) pontos na frente do segundo colocado.
Como já havia acontecido antes, o time do treinador Cuca sofreu com a ausência do cérebro do time. O meu ex-time não entrou em campo. Os 11 jogadores que vestiam o manto alvinegro correram de um lado para o outro sem saber o que fazer com a bola e protagonizaram um péssimo jogo, ao lado dos outros 11 que representavam o Internacional. Disputas feias, falta de toque de bola, o meio campo das duas equipes estava sem criatividade para desenvolver jogadas e parecia que estava todo mundo chateado com a vitória do Fluminado. O resultado final, construído no segundo tempo, pode muito bem significar o velório do Atlético, caso o Fluminense não perca seus próximos jogos e o hino do clube mineiro não seja levado ao pé da letra.
Felizmente, o goleiro Giovani fez uma boa partida. Quase me fez jogar a garrafa de cerveja na televisão quando rebateu uma bola quase que para dentro do gol, mas impediu um gol feito do ataque colorado. Levou três gols sim, só que foram bolas de jogo e que nem mesmo o grande Victor teria pegado. Jô perdeu um pênalti, que significaria apenas o empate em número de gols do atacante com o jovem Bernard, que fora um chute de cobertura na primeira etapa, não produziu absolutamente nada.
O próximo jogo é contra o Sport, no Independência. Se os Deuses do futebol estiverem com o Atlético, uma reviravolta começará na próxima rodada. Só que não.
O jogo começou perdido. Primeiro pela ausência do goleiro Victor (fazendo média no time da CBF), do craque Ronaldinho Gaúcho (punido por uma entrada no atacante Kléber, também conhecido como o jogador mais leal do futebol brasileiro), e dos volantes Pierre e Leandro Donizette. Segundo, pela ajuda da arbitragem no jogo de Bahia x Fluminense, que depois de um gol anulado de maneira injusta, o tricolor carioca colocou nove (N-O-V-E) pontos na frente do segundo colocado.
Como já havia acontecido antes, o time do treinador Cuca sofreu com a ausência do cérebro do time. O meu ex-time não entrou em campo. Os 11 jogadores que vestiam o manto alvinegro correram de um lado para o outro sem saber o que fazer com a bola e protagonizaram um péssimo jogo, ao lado dos outros 11 que representavam o Internacional. Disputas feias, falta de toque de bola, o meio campo das duas equipes estava sem criatividade para desenvolver jogadas e parecia que estava todo mundo chateado com a vitória do Fluminado. O resultado final, construído no segundo tempo, pode muito bem significar o velório do Atlético, caso o Fluminense não perca seus próximos jogos e o hino do clube mineiro não seja levado ao pé da letra.
Felizmente, o goleiro Giovani fez uma boa partida. Quase me fez jogar a garrafa de cerveja na televisão quando rebateu uma bola quase que para dentro do gol, mas impediu um gol feito do ataque colorado. Levou três gols sim, só que foram bolas de jogo e que nem mesmo o grande Victor teria pegado. Jô perdeu um pênalti, que significaria apenas o empate em número de gols do atacante com o jovem Bernard, que fora um chute de cobertura na primeira etapa, não produziu absolutamente nada.
O próximo jogo é contra o Sport, no Independência. Se os Deuses do futebol estiverem com o Atlético, uma reviravolta começará na próxima rodada. Só que não.
Rodada 29 - Internacional x Atlético (10/10)
Hoje, dia 10 de outubro, marcando a 29 rodada do Campeonato Brasileiro, fica claro que o Clube Atlético Mineiro, aqui conhecido como meu ex-time, terá muitas dificuldades se quiser tentar realizar o sonho dos torcedores do time. Acredito que a vontade do Ronaldinho Gaúcho de ser campeão seja forte o suficiente para mobilizar todos os companheiros, mas o futebol brasileiro nunca é e nunca será decidido apenas dentro das quatro linhas.
Cheguei em casa com tempo de pegar o começo do segundo tempo de Bahia x Fluminense, time pelo qual sou obrigado a ter certa simpatia por causa da patroa. Vi o time de Salvador pressionando e tentando o seu gol para justificar a fama de carrasco dentro do seu próprio estádio, o tal do Pituaçu, que já havia sido palco de um dos jogos mais horrorosos do Atlético na temporada. Não demorou muito e o Fluminense marcou o primeiro gol. Gritei "porra, time desgraçado" e saí da sala. Voltei logo em seguida, com uma Heineken gelada nas mãos, e comecei a apreciar o jogo. Pensei que o Bahia teria forças para se recuperar, mas o que vi foi o segundo gol do time carioca, líder isolado do Brasileirão 2012.
Decidi tomar meu banho, me preparar para o jogo que realmente interessa, e dei foda-se para o placar. Pelo que vi, com a sorte e oportunismo do Fluminense, achei a vitória justa. "Vai lá, que se dane, meu ex-time nunca levantará uma taça, mas pelo menos o Fluminado fez por merecer." Até que descobri sobre o gol anulado do Lulinha, jogador do Bahia. Porra, arbitragem. Vocês deveriam pelo menos disfarçar.
Como se não bastasse a blindagem em torno do Fluminense (que agora não merece porra nenhuma - independente de ser apenas uma "vítima" dos esquemas da Globo e da CBF), o R49 foi suspenso e o setor jurídico do Atlético não conseguiu o efeito suspensivo para o jogador entrar em campo no difícil confronto contra o Internacional, em Porto Alegre. Deveria ser o suficiente criar nove pontos de vantagem para o segundo colocado, mas eles querem afundar o maior time de Minas Gerais. Só a vontade do craque em conquistar um dos poucos títulos que faltam no seu currículo é pouco.
Agora é a hora de assistir ao jogo. E continuar a contagem regressiva.
Cheguei em casa com tempo de pegar o começo do segundo tempo de Bahia x Fluminense, time pelo qual sou obrigado a ter certa simpatia por causa da patroa. Vi o time de Salvador pressionando e tentando o seu gol para justificar a fama de carrasco dentro do seu próprio estádio, o tal do Pituaçu, que já havia sido palco de um dos jogos mais horrorosos do Atlético na temporada. Não demorou muito e o Fluminense marcou o primeiro gol. Gritei "porra, time desgraçado" e saí da sala. Voltei logo em seguida, com uma Heineken gelada nas mãos, e comecei a apreciar o jogo. Pensei que o Bahia teria forças para se recuperar, mas o que vi foi o segundo gol do time carioca, líder isolado do Brasileirão 2012.
Decidi tomar meu banho, me preparar para o jogo que realmente interessa, e dei foda-se para o placar. Pelo que vi, com a sorte e oportunismo do Fluminense, achei a vitória justa. "Vai lá, que se dane, meu ex-time nunca levantará uma taça, mas pelo menos o Fluminado fez por merecer." Até que descobri sobre o gol anulado do Lulinha, jogador do Bahia. Porra, arbitragem. Vocês deveriam pelo menos disfarçar.
Como se não bastasse a blindagem em torno do Fluminense (que agora não merece porra nenhuma - independente de ser apenas uma "vítima" dos esquemas da Globo e da CBF), o R49 foi suspenso e o setor jurídico do Atlético não conseguiu o efeito suspensivo para o jogador entrar em campo no difícil confronto contra o Internacional, em Porto Alegre. Deveria ser o suficiente criar nove pontos de vantagem para o segundo colocado, mas eles querem afundar o maior time de Minas Gerais. Só a vontade do craque em conquistar um dos poucos títulos que faltam no seu currículo é pouco.
Agora é a hora de assistir ao jogo. E continuar a contagem regressiva.
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